Locação de equipamentos pesados ganha força como vantagem competitiva

Segundo dados da Sobratema, Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração, o setor de locação de equipamentos de construção e mineração deixou de ser uma aposta no Brasil. O faturamento desse segmento está estimado em R$ 21 bilhões ao ano.

Renan Camargo, gestor da Unidade Locadora do Grupo De Amorim, diz que as empresas construtoras estão entendendo os diferenciais entre a locação e aquisição em definitivo de equipamentos pesados e os valores se destacam:

“Quando uma construtora ou mineradora pensa em adquirir equipamentos, é preciso um grande investimento não só no equipamento em si, mas nos insumos para seu funcionamento, como manutenção e pessoal especializado”, diz Renan.

O gestor destaca que o custo total de propriedade de um veículo é um indicador fundamental para a tomada dessa decisão. Chamado de total cost of ownership, ou TCO, este cálculo permite conhecer o custo real de um veículo ou equipamento para a empresa e fazer uma comparação precisa em relação ao custo de um veículo alugado ou terceirizado.

O preço inicial pago não reflete todo o custo do ciclo de vida do produto, podendo ser ao final apenas uma pequena parcela do valor total que será gasto:

“Manutenções, troca de peças e todo o tempo ocioso de um equipamento nivelador de asfalto, por exemplo, geram gastos mesmo quando estiver parado. Nem todas as obras utilizarão esse equipamento. Mesmo que a opção de compra seja por um equipamento usado, o valor pode ultrapassar a barreira dos milhões de reais”, conta Camargo.

Ao agregar ao preço de aquisição do equipamento gastos permanentes, como transporte, manutenção, seguro e até mesmo armazenamento e custos com depreciação, mostra uma significativa vantagem para a locação.

Outro ponto que vem conquistando os empresários é a manutenção e a diminuição do tempo ocioso dos equipamentos:

“A empresa pode alugar o equipamento apenas pelo tempo que durar a obra. Se houver problemas mecânicos, a locadora irá resolver. Além disso, no pós-obra, custos como seguro e a guarda dos equipamentos não precisam estar na conta da empresa”, finaliza o gestor.

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